10 de outubro de 2011

Desarmar-se

Desarmar-se: que penoso!

Limpar a poeira que já se tornou sujeira depois das lágrimas que escorreram às vezes sem percebermos.
Uma montanha cujo topo podemos não enxergar.
Uma escalada sem fim, e pesada por nossa própria exigência, por carregar muita proteção.
Peso este que deixa nossa postura curvada, olhos mirando o pó, estatelados pelo medo de cair novamente.

Complexo.
Encaramos o chão, mas temos medo dele.

Roberta Scheer

6 de outubro de 2011

Futuro

não será necessário se preocupar tanto com o futuro se seu presente estiver esclarecido e firmado.